Tudo o que segue trata de Peptídeo. Mantemos linguagem clara, apoiamos na literatura e separamos o bem documentado do que segue em aberto.
Revisado em 2025-10-29. O que continua em debate é marcado como tal.
doi:10.1016/S1262-3636(07)70190-8 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) De León DD, Crutchlow MF, Ham JY, Stoffers DA (2006). «Role of glucagon-like peptide-1 in the pathogenesis and treatment of diabetes mellitus». Int. J. Biochem. Cell Biol. 38 (5-6): 845–59. PMID 16202636. doi:10.1016/j.biocel.2005.07.011 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) Beglinger C, Degen L (2007). «Gastrointestinal satiety signals in humans--physiologic roles for GLP-1 and PYY?». Physiol. Behav. 89 (4): 460–4. PMID 16828127. doi:10.1016/j.physbeh.2006.05.048 Stephens JW, Bain SC (2007). «Safety and adverse effects associated with GLP-1 analogues». Expert opinion on drug safety. 6 (4): 417–22. PMID 17688385. doi:10.1517/14740338.6.4.417 Orskov C, Bersani M, Johnsen AH; et al. (1989). «Complete sequences of glucagon-like peptide-1 from human and pig small intestine». J. Biol. Chem. 264 (22): 12826–9. PMID 2753890 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) Drucker DJ, Asa S (1988). «Glucagon gene expression in vertebrate brain». J. Biol. Chem. 263 (27): 13475–8. PMID 2901414 Novak U, Wilks A, Buell G, McEwen S (1987). «Identical mRNA for preproglucagon in pancreas and gut». Eur. J. Biochem. 164 (3): 553–8. PMID 3569278. doi:10.1111/j.1432-1033.1987.tb11162.x !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) White JW, Saunders GF (1986). «Structure of the human glucagon gene». Nucleic Acids Res. 14 (12): 4719–30. PMC 311486. PMID 3725587. doi:10.1093/nar/14.12.4719 Schroeder WT, Lopez LC, Harper ME, Saunders GF (1984).
Fontes: pt.wikipedia.org
«Localization of the human glucagon gene (GCG) to chromosome segment 2q36----37». Cytogenet. Cell Genet. 38 (1): 76–9. PMID 6546710. doi:10.1159/000132034 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) Bell GI, Sanchez-Pescador R, Laybourn PJ, Najarian RC (1983). «Exon duplication and divergence in the human preproglucagon gene». Nature. 304 (5924): 368–71. PMID 6877358. doi:10.1038/304368a0 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) Kärgel HJ, Dettmer R, Etzold G; et al. (1982). «Action of rat liver cathepsin L on glucagon». Acta Biol. Med. Ger. 40 (9): 1139–43. PMID 7340337 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) Wayman GA, Impey S, Wu Z; et al. (1994). «Synergistic activation of the type I adenylyl cyclase by Ca2+ and Gs-coupled receptors in vivo». J. Biol. Chem. 269 (41): 25400–5. PMID 7929237 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link) Unson CG, Macdonald D, Merrifield RB (1993). «The role of histidine-1 in glucagon action». Arch. Biochem. Biophys. 300 (2): 747–50. PMID 8382034. doi:10.1006/abbi.1993.1103 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)
Fontes: pt.wikipedia.org
Na neurociência, a rede de modo padrão (DMN, do inglês Default Mode Network, ou RMP), também rede padrão, ou rede cerebral padrão, é uma rede cerebral de larga escala de regiões do cérebro em interação, conhecidas por terem atividade altamente correlacionada entre si e distinta de outras redes no cérebro. Foi inicialmente assumido que a rede de modo padrão estaria mais comumente ativa quando uma pessoa não está focada no mundo exterior e o cérebro está de repouso mas em vigília, como ao "sonhar acordado" e durante divagação mental. No entanto, agora se sabe que ela pode contribuir para elementos da experiência relacionados ao desempenho de tarefas externas. Também é ativa quando o indivíduo está pensando nos outros, pensando em si mesmo, lembrando-se do passado e planejando o futuro. Embora a DMN tenha sido originalmente observada como estando desativada em certas tarefas orientadas a objetivos e às vezes seja chamada de rede negativa à tarefa (task-negative), ela pode estar ativa em outras tarefas orientadas a objetivos, como memória de trabalho social ou tarefas autobiográficas. A DMN demonstrou estar correlacionada negativamente com outras redes no cérebro, como as redes de atenção. As evidências apontam para disfunções na DMN de pessoas com Alzheimer e transtorno do espectro do autismo.
Fontes: pt.wikipedia.org
== História == Hans Berger, o inventor do eletroencefalograma, foi o primeiro a propor a ideia de que o cérebro está constantemente ocupado. Em uma série de artigos publicados em 1929, ele mostrou que as oscilações elétricas detectadas por seu dispositivo não cessam, mesmo quando o sujeito está em repouso. No entanto, suas ideias não foram levadas a sério, e uma percepção geral se formou entre os neurologistas de que somente quando uma atividade focada é realizada é que o cérebro (ou parte do cérebro) se torna ativo. Mas na década de 1950, Louis Sokoloff e seus colegas notaram que o metabolismo no cérebro permaneceu o mesmo quando uma pessoa passou de um estado de repouso para realizar problemas matemáticos de esforço, sugerindo que o metabolismo ativo no cérebro também deveria estar ocorrendo durante o descanso. Na década de 1970, Ingvar e colegas observaram que o fluxo sanguíneo na parte frontal do cérebro se tornava o mais alto quando uma pessoa está em repouso. Na mesma época, comportamento oscilatório intrínseco nos neurônios de vertebrados foi observado nas células cerebelares de Purkinje, no núcleo olivar inferior e no tálamo. Na década de 1990, com o advento da tomografia por emissão de pósitrons (PET), os pesquisadores começaram a perceber que quando uma pessoa está envolvida em tarefas de percepção, linguagem e atenção, as mesmas áreas do cérebro se tornam menos ativas em comparação ao repouso passivo, e rotularam essas áreas como se tornando "desativadas".
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)